Leitura e Produção de texto
VÍDEO AULA 1: Concepção de Língua e Implicações para a Produção de Texto
Ao longo da aula a professora aborda as diferentes
concepções de língua: a monológica e a dialógica. A primeira é a linguagem
decorrente de uma comunicação que não prevê a relação entre as pessoas; nesse
caso, temos como exemplo uma aula onde o professor fala e os alunos apenas
ouvem, sem qualquer tipo de interação com o orador (professor). A segunda é a
linguagem onde a interação entre os indivíduos envolvidos no processo de
comunicação ocorre por meio da fala, da audição, da escrita e de qualquer outro
recurso que possam utilizar e se fazer participativo na sociedade em que vive.
Segundo Bakhtin “a palavra é um território compartilhado,
quer pelo expedidor, quer pelo destinatário” (Bakhtin, 1981, 85).
VÍDEO AULA 2: A língua da cultura brasileira
Mais do que conhecer o sistema de escrita é preciso fazer uso desse em suas relações diárias.
Segundo Magda Soares “Alfabetização é a ação de ensinar
ou aprender a ler e escrever” e “Letramento é o estado ou a condição de quem
não apenas sabe ler, mas cultiva e exerce as práticas sociais que usam a escrita”,
sendo assim, podemos dizer que um indivíduo é alfabetizado letrado quando
utiliza seus conhecimentos sobre a escrita para atuar na sociedade onde vive,
compreendendo-a e exercendo sua cidadania de acordo com seu ponto de vista
sobre a mesma. Sendo assim, alfabetização e letramento devem ocorrer
conjuntamente.
Na imagem acima temos uma clara situação de analfabetismo funcional: duas senhoras estão no caixa eletrônico do banco e tem o objetivo de efetuar um pagamento, a primeira diz que está no momento de, a máquina, realizar a leitura o código de barras; a segunda senhora começa a nomear o código por "um fino, um grosso". Isso mostra que ambas não sabem utilizar seus conhecimentos acerca da escrita para realizar suas atividades diárias, nem uma das duas entende o que vem a ser o código de barras do documento que possuem.
A responsabilidade de existirem brasileiros com tal dificuldade é tanto da escola que permite que se formem cidadãos como esses da tirinha (Progressão Continuada), tendo em vista que, ainda hoje, existem pessoas que se formam no ensino superior sem a menor compreensão do uso da língua, quanto das desigualdades sociais e econômicas que cercam nosso país.
VÍDEO AULA 3: A leitura para além da decodificação
"A leitura do mundo precede a leitura da palavra." (Paulo Freire)
Sábias palavras de um dos maiores educadores da história do nosso país. Ao fazer tal colocação, Paulo Freire se refere ao fato de que antes de ler a palavra, o individuo "lê" o mundo onde está inserido por meio de seus sentidos (visão, olfato, audição, tato) e dos conhecimentos que já possui sobre o mesmo.
Quando alguém lê um texto depara-se com uma sequência de códigos que expressa, exatamente, o que o escritor quis dizer; porém, o leitor faz uso dos conhecimentos prévios que possui sobre o tema abordado em tal texto para que esse tenha algum significado para o ele.
A leitura possui um grande potencial transformador na sociedade, pois forma o cidadão pensante, com opinião própria e atuante; e também transforma a pessoa, que passa a compreender melhor o mundo onde vive.
VÍDEO AULA 4: Competências de leitura
Ao praticarmos uma leitura realizamos antecipações, sobre a mesma, com
os conhecimentos que já possuímos sobre o assunto tratado no mesmo. O ato de
ler requer mais do que, simplesmente, decodificar o código; é preciso construir
significados sobre aquilo que está no papel.
VÍDEO AULA 5: Língua portuguesa ou língua brasileira?
No período da colonização, quando os portugueses chegaram as novas terras, deparam-se com um povo que já possuía um idioma próprio pelo qual se comunicavam, o Tupi-Guarani. Contudo, os portugueses estabeleceram o seu idioma como oficial para a comunicação nessa nova terra. Aos poucos, conforme os imigrantes italianos, africanos, japoneses, entre outros, foram chegando ao nosso país, trouxeram consigo, além de seus costumes sua maneira de falar, exercendo alguma influência sobre nosso idioma.
Segundo o professor Gabriel Périsse "Nós falamos a língua portuguesa de expressão brasileira", pois falamos um idioma que é completamente diferente do português de Portugal devido as suas particularidades linguísticas que variam de região para região.
Na imagem acima temos alguns exemplos de palavras e expressões que são diferentes entre o português de Portugal e o português do Brasil.
Na imagem acima temos alguns exemplos de palavras e expressões que são diferentes entre o português de Portugal e o português do Brasil.
VÍDEO AULA 6: Gramática e vida
Gramática é o estudo das regras da língua em sua forma escrita.
Podemos dizer que temos "duas línguas": a primeira é a escrita - aquela que utilizamos por meio da escrita, onde é necessário fazer uso correto das questões gramaticais, no que diz respeito a concordância, a conjugação dos verbos, aos substantivos, pronomes, entre tantas outras classes gramaticais que utilizamos ao construir um texto; a segunda é a língua falada - aquela utilizada para a comunicação entre as pessoas. Nessa segunda não há a obrigatoriedade de se empregar corretamente todas as questões gramaticais, tendo em vista que sua função é estabelecer um diálogo entre dois ou mais indivíduos; nesse caso, se a fala fosse feita seguindo todas as regras gramaticais, talvez deixasse de ter a função comunicativa.
"O P.I.S.A. (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes) recomenda leitura, interpretação e compreensão de texto, letramento e escrita. Isso é importante! O problema é que vários professores de português, várias escolas, desviam o foco e perdem anos com o ensino da gramática." (Luiz Carlos de Assis Rocha - Professor de Língua Portuguesa - Letras - UFMG)
Em sua fala acima citada, o professor Luiz deixa claro que o ensino de gramática é necessário, mas deve ser feito de uma maneira menos técnica, sem que isso se torna massante para o aluno.
VÍDEO AULA 7: As regras da nova ortografia
Todos os países da comunidade lusófona se reuniram para elaborar um único acordo ortográfico da língua portuguesa, afim de promover a união e proximidade dos país que possuem o idioma português como seu idioma oficial. São eles:
O novo acordo ortográfico afetou todos os países envolvidos, todos tiveram perdas e ganhos e devem empenhar-se em inserir as novas regras em suas atividades escritas, atualizando-se constantemente quanto à isso para que possam passá-las aos alunos.
A seguir algumas mudanças na nova regra ortográfica da língua portuguesa.
VÍDEO AULA 8: A Declaração Universal dos Direitos Línguísticos
Uma comunidade indígena, por exemplo, tem direito de ter sua língua materna ensina na escola, assim como o Português.
VÍDEO AULA 9: Breve história da nossa língua
A língua portuguesa tem origem do latim. Quando os romanos chegaram na península Ibérica, encontraram povos nativos que utilizavam seu próprio idioma para se comunicar. Com o tempo, esses povos foram agregando algumas expressões e termos do latim em sua língua oficial, porém, sem deixar para trás marcas de sua língua de origem.
Atualmente, a português é a quinta língua mais falada no mundo, a terceira no hemisfério ocidental e a mais falada no hemisfério sul do planeta.
VÍDEO AULA 10: Etimologia
Etimologia é a ciência que nos instiga a pensar e pesquisa a origem das palavras: por que "tal" coisa tem esse nome?
As crianças são seres que praticam muito esse exercício. Anciosas por novos conhecimentos, novas aprendizagens estão, constantemente, questionando o professor ou a si mesma sobre o sentido, significado e origem da nomeação das coisas.
VÍDEO AULA 11: A gíria e a comunicação
A gíria é uma maneira de se expressar típica dos jovens.
É preciso saber quando se pode usar as gírias: em um bate-papo com os amigos elas são aceitas, porém, no ambiente de trabalho é preciso utilizar uma linguagem mais formal.
Assim como as roupas, as falas devem estar de acordo com o ambiente em que se está: não se usa terno em um passeio à praia, como também não se usa gíria no local de trabalho.
Atualmente as gírias fazem parte do vocabulário da maioria das pessoas, de umas mais do que de outros, mas todos, em algum momento, utilizamos alguma gíria para expressar-se.
VÍDEO AULA 12: Os jargões
O jargão é um linguajar característico de uma determinada profissão ou área de especialidade, dotado de termos que designam realidades específicas dessa atividade. Tal linguajar existe para denominar objetos e situações para os quais não há denominação na língua comum; assim facilitam a comunicação entre os profissionais de uma área.
Por exemplo, na linguagem futebolística, BICICLETA é quando o jogador fica na posição horizontal e acerta na bola com os dois pés suspensos, de costas para o chão.
VÍDEO AULA 13: A influência de outras línguas
No Brasil existem várias palavras que tem origem de outros países, são os chamados Estrangeirismos. O principal estrangeirismo utilizado no Brasil é o inglês. Nas rodas de conversa, em propagandas escritas, a língua inglesa já está inserida no cotidiano dos brasileiros.
Não é difícil encontrarmos propagandas como essa. A expressão em inglês "Até 70% OFF" nada mais é do que "Até 70% de desconto". Contudo, os brasileiros adotaram algumas expressões em inglês como sendo próprias de suas atividades diárias.
O estrangeirismo existe devido ao contato que existe entre os povos de todas as partes do mundo; esse contato faz com que as pessoas adotem palavras estrangeiras e "doem" palavras de seu país de origem.
VÍDEO AULA 14: A linguagem politicamente correta
A linguagem politicamente correta, na verdade, é utilizada com a intenção de manipular alguém por trás de um manto de boas intenções.
Um manual criado pelo governo da década de 70, estabelecia que chamar uma pessoas de preto, funcionário público ou beata era pejorativo.
No Brasil, o termo "politicamente correto" nada mais é do que uma maneira de maquiar a incompetência de um país, onde os governantes se preocupam em criar cotas, em faculdades, para alunos negros e de baixa renda ao invés de preocuparem-se em construir uma escola de qualidade para toda a população. Isso, nada mais é, do que uma tentativa de agradar uma população que acredita que existe uma política social coerente com o que se prega.

VÍDEO AULA 15: Propriedades do texto
Texto é uma palavra com origem no latim e significa "tecido". Dessa forma, podemos dizer que o texto é tecido por meio de suas estruturas, com informações "entrelaçadas"
Para que um texto possa ser lido e compreendido pelo leitor é necessário que haja coerência, coesão, profluência e redundância entre suas partes constituintes.
- Coerência é a capacidade do texto de, por meio de suas estruturas, constituir-se como unidade.
- Coesão é a ligação entre as diferentes partes do texto.
- Profluência é a garantia da informatividade do texto.
- Redundância é a fixação do tema e a integração das estruturas textuais em seu desenvolvimento.

A imagem representa a incoerência,observada pelo indivíduo, entre a fala e a prática, fazendo uma alusão ao dia da mentira.
VÍDEO AULA 16 e 17: Estrutura da língua e A estrutura do parágrafo e do texto.
A língua é algo completamente estruturado; ela é dividida em partes que se relacionam entre si respeitando uma hierarquia. Tal estrutura está assim organizada:
- Fonemas unem-se e formam....
- Sílabas e Morfemas, que unem-se e formam.....
- Palavras, que unem-se e formam.....
- Sintagmas, que unem-se e formam.....
- Orações, que unem-se e formam......
- Períodos, que unem-se e formam.....
- Parágrafos, que unem-se e formam....
- TEXTOS
Assim constituem-se os textos, respeitando a hierarquia das estruturas da língua.
Outro aspecto importante do texto é o tópico frasal (apresentação do tema do parágrafo). Essa é a parte mais importante do parágrafo, pois introduz e resume seu conteúdo. Sem tópico frasal não a desenvolvimento do texto.
Dentro do desenvolvimento de um parágrafo há frases que desenvolvem diretamente o tópico frasal, são as chamadas Frases Principais de Desenvolvimento, e as que complementam as principais, que são as Frases Secundárias de Desenvolvimento; essas, por sua vez, desenvolvem o tópico frasal indiretamente, tudo de forma hierárquica.
Sendo assim, no texto existe um parágrafo padrão, que é aquele que apresenta o tópico frasal e desenvolvimento e, tal parágrafo possui estrutura semelhante a do próprio texto. Dessa forma, podemos concluir que cada parágrafo é um mini texto.
Sendo assim, no texto existe um parágrafo padrão, que é aquele que apresenta o tópico frasal e desenvolvimento e, tal parágrafo possui estrutura semelhante a do próprio texto. Dessa forma, podemos concluir que cada parágrafo é um mini texto.
VÍDEO AULA 18: A estrutura do texto
Um texto é formado por processos de transição que unem suas frases, de maneira que o mesmo seja coeso.
Ao produzirmos um texto, suas ideias precisam estar interligadas umas as outras, para isso podemos utilizar alguns recursos que a língua nos oferece: uso de construções sintáticas paralelas; uso de elementos de conexão, como conjunções e advérbios e a repetição do núcleo temático por meio do uso das mesmas palavras e/ou expressões, emprego de sinônimos ou paráfrases e substituição por pronomes.
Sem os processos de transição, o texto se torna frágil, deixando sua compreensão prejudicada.
VÍDEO AULA 19: A montagem do texto
Ao construirmos um texto é preciso realizarmos um planejamento prévio sobre o mesmo, de maneira que as ideias que serão apresentadas neles sejam organizadas e coerentes.
Assim, antes de mais nada, é preciso definir o tema, extensão, público alvo e nível de linguagem de acordo com o público definido. Feito isso, é o momento de coletar ideias (Brainstorm - ideias que estão dentro de nós e Pesquisa - ideias e informações fora de nós). Com as ideias coletadas, é preciso realizar uma seleção das mesmas e organizá-las, elaborando um projeto piloto onde as ideias serão organizadas em tópicos. Com tudo organizado é o momento de redigir a primeira redação do texto que, posteriormente, poderá sofrer alguma adequação dos elementos de transição e reordenação de parágrafos. Por fim, realizamos a releitura, reescrita e revisão do texto final.
O Brainstorm, citado acima, tem por objetivo desenvolver a criatividade. Consiste em pensar no maior número possível de ideias relacionadas ao tema escolhido, onde, num primeiro momento, não há preocupação se tais ideias serão úteis ou não.
VÍDEO AULA 20: Repertório e Leitura
Repertório é todo conhecimento que o individuo possui em alguma área específica. O músico, por exemplo, possui grande repertório musical, que utiliza em suas atividades profissionais; um escritor possui vasto repertório literário, que utiliza para escrever seus textos.
O repertório é construído ao longo do tempo, por meio do armazenamento, na memória, das informações obtidas, construindo o conhecimento que se tem do mundo.
Todo esse conhecimento é o responsável por possibilitar as pessoas a capacidade de produzir um texto e relacioná-lo com outros de diversos genêros.
A imagem apresenta uma partitura musical, onde é necessário possuir algum conhecimento musical para interpretá-la.
O link encaminha para um vídeo da música "O caderno" de Toquinho, onde o artista utilizou seus conhecimentos musicais e de mundo para construir tal poesia e, posteriormente, transformá-la em canção.
VÍDEO AULA 21: Gêneros textuais - Resumo
Todos os textos que produzimos são classificados de acordo com sua finalidade, composição e estrutura, são os chamados genêros textuais. Narrativo, descritivo, argumentativo e expositivo são alguns desses genêros.
A aula aborda o gênero Resumo, que se trata de uma exposição abreviada de um acontecimento ou obra literária, apresentando suas informações essenciais para a compreensão da história original.
Os parágrafos do resumo possuem palavras chave, que são as norteadoras do mesmo.

O ato de grifar sequências relevantes de um texto faz parte do resumo.
VÍDEO AULA 22: Gêneros textuais - Resenhas
Por se tratar de um genêro textual que deve conter uma análise e um julgamento (de verdade ou de valor) sobre uma obra literária, um filme, uma peça teatral, é preciso que o autor tenha certo conhecimento na área, repertório sobre o assunto, uma vez que irá avaliar a obra de maneira crítica.

O autor faz uma resenha em forma de charge para criticar a sistema público de saúde.
Vídeo aula 23 e 24: Argumentação - Partes I e II
Argumentação é o ato de discursar sobre um tema, visando fazer com que o ouvinte concorde, ou não, com o ponto de vista apresentado.
Quando entramos em um debate com outro indivíduo sobre um determinado assunto, precisamos ter argumentos claros e objetivos, para que possamos defender nosso ponto de vista. Argumento é uma afirmação que serve para estabelecer juízos sobre o objetivo do debate.
Existem vários tipos de argumentação, como:
- declarações baseadas em provas concretas;
- repetição e acumulação de detalhes;
- evocação do concreto por meio da narração de fatos e descrição de lugares ou pessoas.
Assim, concluímos que para que a argumentação seja bem sustentada, narração e descrição devem ser contextualizadas.
Em um debate os indivíduos utilizam seus argumentos para persuadir o adversário.
Vídeo aula 25: Problemas de redação
Ao escrevermos uma redação temos que tomar o cuidado de expressar nossas ideias de maneira e objetiva, sem repetições, redundâncias, uso de clichês, afim de deixar nosso texto prazeroso de ser lido.
O ato de escrever, então, requer alto grau de concentração do escrito, para que organizar e sistematizar suas ideias no produto final (texto). Contudo, os jovens de hoje em dia, se dispersam com facilidade (as novas tecnologias e a ânsia por concluir rapidamente uma atividade para que possa começar outra) e isso prejudica, não apenas a produção textual, mas também a compreensão do mesmo.
Repetições de expressões e a má organização dos parágrafos faz com que os textos fiquem confusos, prejudicando a compreensão do mesmo por parte do leitor.

A leitura faz com que o indivíduo se aproprie das regras de escrita aplicada nos textos escritos, contribuindo para a formação de um bom escritor.
Vídeo aula 26: A produção textual com autoria em aulas de Ciências
Desde o ensino fundamental o aluno deve ter contato com o exercício de produzir textos, exercitando seus conhecimentos, registrando suas conclusões e aprendizagens sobre as aulas, inclusive as aulas de Ciências.
Contudo, para que o aluno possa produzir seus próprios textos, é necessário que tenha repertório sobre o assunto a ser escrito. Assim, é preciso que o professor, realize estudos, pesquisa de informações e debates para que o aprendiz se aproprie do assunto e possa redigir suas conclusões.
Vídeo aula 27: Diferentes formas de produção de textos em aulas de ciências
As aulas de ciências tem o poder de proporcionar aos alunos o ensino por meio de experimentação e investigação. Dessa forma é permitido ao mesmo chegar as suas próprias conclusões sobre os fenômenos da natureza. Mesmo sem utilizar uma linguagem técnica da área de estudo (ciências), o aluno consegue redigir textos expondo as conclusões a que chegou por meio das observações.
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Vídeo aula 28: Leitura, estilo pessoal e os futuros textos
Textos de autoria requerem grande coragem do escritor, pois este deve expressar uma opinião através da visão de mundo do escritor, e isso, muitas vezes, gera conflitos e desentendimentos entre escritor e leitor. Por meio dos textos de autoria podemos deixar clara nossa identidade/estilo, assumindo, de maneira autoral, as influências que sofremos.
Nesse sentido a curiosidade nos leva a pesquisar e ir além daquilo que sabemos, sempre buscando mais conhecimentos que nos elevarão enquanto cidadãos, pessoas e escritores. Os conhecimentos adquiridos a partir de uma curiosidade contribuem para a formação da opinião própria de um indivíduo.
Por fim, para alcançar os objetivos que almejamos é necessário que haja dedicação, realizando todas as atividades que nos propomos a fazer de maneira prazerosa, como as produções textuais.

A leitura e a escrita devem caminhar juntas na construção de bons textos.
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